The Jains / MUTUAL ASSISTANCE TO ALL BEINGS

segunda-feira, 21 de março de 2016

segunda-feira, 21 de março de 2016
Parasparopagraho Jivanam 
The function of souls is to help one another

the motto of Jainism




''The outline of the symbol is defined as the universe (Lok). The lower part of the symbol represents the seven hells (Naraki). The middle part of the universe contains the Earth and the planets (Manushyalok). The upper part contains the heavenly abodes (Devlok) of all the celestial beings and abode of the Siddhas (Siddhashila). Jains believe that this universe was neither created by anyone, nor can it be destroyed by anyone. It may change its form, but otherwise, it has always been and will always be here.
The raised hand means stop. The word in the center of the wheel is "Ahimsa". Ahimsa means non-violence. Between these two, they remind us to stop for a minute and think twice before doing anything. This gives us a chance to scrutinize our activities to be sure that they will not hurt anyone by our words, thoughts, or actions. We are also not supposed to ask or encourage others to take part in any harmful activity. The wheel in the hand shows that if we are not careful and ignore these warnings and carry on violent activities, then just as the wheel goes round and round, we will go round and round through the cycles of birth and death.
The four arms of the swastika remind us that during the cycles of birth and death we may be born into any one of the four destinies: heavenly beings, human beings, animal beings, (including birds, bugs, and plants) and hellish beings. Our aim should be the liberation and not the rebirth. To show how we can do this, the swastika reminds us that we should become the pillars of the four fold Jain Sangh, then only can we achieve liberation. The four pillars of the Jain Sangh are sädhus, sädhvis, shrävaks, and shrävikäs. This means that first, we should strive to be a true shrävaks or shrävikäs, and when we can overcome our social attachments, we should renounce the worldly life and follow the path of a sädhu or sädhvi to be liberated.
The three dots above the swastika represent the three jewels of Jainism: Samyak Darshan (Right Faith), Samyak Jnan (Right Knowledge), and Samyak Charitra (Right Conduct). We should have all three: right knowledge, right faith, and right conduct together, then only can we achieve the liberation. The right knowledge means having the knowledge that soul and body are separate and that the soul, not the body attains the salvation. The right faith means one must have faith in what is told by Jinas, who were omniscient. The right conduct means that our actions should be void of attachment and hatred.
At the very top part of the Jain Universe symbol is a small curved arc. This arc represents the abode of the Siddhas. It is known as the Siddhashila. It is the final resting place of the liberated souls. The dot represents a siddha. In order to achieve this stage, a soul must destroy all attached karmas. Every living being should strive for this state of the Salvation or Liberation.''


Per Umbras, Insomnia

quarta-feira, 16 de março de 2016

quarta-feira, 16 de março de 2016
ibant obscuri sola sub nocte per umbras
they went dimly on in the lonely night through the shadow

VIRGILIO




“What hath night to do with sleep?” 

solitário.

terça-feira, 8 de março de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016

The Transfiguration, Michael O'Shea, 2016

Da chama à espada
o caminho é solitário.
Eugénio de Andrade

do latim beātitūdō = felicidade

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Circundo Deus e a torre antiga

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016







I live my life in growing circles
which ring out over the things around me.
Perhaps I'll never finish the last,
but that's what I'm going to try.

I'm circling around God, around the ancient tower,
and I've been circling for thousands of years;
and I still don't know: am I a falcon, a storm
or a great song. 


Rainer Maria Rilke



Gilbert Garcin, La vie (résumé) - Life (synopsis), 1999








Reality is too much.

domingo, 24 de janeiro de 2016

domingo, 24 de janeiro de 2016
''O diabo é que há coisas demais para ver.(...) 
O problema é esse.''
Salman Rushdie, Os Versículos Satânicos 

Evangelho de S. Mateus: ''Olhos de Ver e Ouvidos de Ouvir''

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
“For those with faith, no evidence is necessary; for those without it, no evidence will suffice.” 
― Thomas Aquinas


Para vós, todas as visões são como palavras de um livro selado. Da-mo-lo a alguém que saiba ler, dizendo-lhe ‘’Lê isto’’, essa pessoa responde: ‘’Não posso, porque o livro está selado’’. Ou então, da-mo-lo a alguém que não sabe ler, dizendo-lhe ‘’Lê isto’’, e essa pessoa responde: ‘’Não sei ler!’’.
ISAÍAS, XXIX, 11


O metal da primeira manhã.

domingo, 17 de janeiro de 2016

domingo, 17 de janeiro de 2016

(...) 

Adão não seria de estanho?
Adão inconfessado, e nada se saberá da manhã original.
A primeira manhã, a primeira luz, a primeira vida, a primeira lua
Tu, querida, o desejarias saber, o sei,
era teu desejo saber de que metal fora a primeira manhã!

(...)

António Gancho


Sharunas Bartas 

A vida transitória (''mujo'')

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Mujo, Akio Jissôji, 1970

A Noite Escura da Alma (“Deus habita as trevas'')

domingo, 10 de janeiro de 2016

domingo, 10 de janeiro de 2016

A Noite Escura da Alma: O Paradoxo Místico

Análise da experiência mística que antecede à plena iluminação, segundo a doutrina de São João da Cruz  (Séc.16).


A “noite escura da alma” é metáfora de uma experiência mística que envolve paradoxo, porque essa experiência é iluminativa e, no entanto, obscurece a consciência e acarreta sofrimento. Para  extrair sentido dessa contradição, faz-se necessário examinar o rico simbolismo da noite no imaginário dos povos. 
Entre os mitos gregos, Noite é o nome de uma deusa, filha do deus Caos, o vazio primordial antes de serem ordenados os elementos do mundo. Essa deusa personifica as trevas superiores e é representada com um manto escuro, a percorrer o céu, enquanto seu irmão, Érebo, simboliza as trevas inferiores. A deusa Noite gerou várias divindades, algumas benéficas, outras maléficas, sendo a mais importante delas o Dia (Hêmera), a divindade que trouxe a luz ao universo. Também na tradição judaica, a noite apresenta ora um aspecto negativo, ora um aspecto positivo. No Gênesis, ela denomina as trevas, sendo inferior à luz: “E viu Deus que a luz era boa, e fez separação entre a luz e as trevas. Chamou Deus à Luz Dia e às trevas, Noite (1.4-5)” . Em outras passagens, porém, a Bíblia ressalta o aspecto positivo da noite. Por exemplo, em Jó 35.10, lê-se que “Deus inspira canções de louvor durante a noite”. A noite é, portanto, o momento da inspiração divina. E em Salmos 19.2, a noite relaciona-se com a sabedoria: ” Uma noite – diz o salmista – revela conhecimento a outra noite”. Não por outra razão a coruja, pássaro notívago, representa, de longa data, a filosofia, simbolizando o saber e a clarividência. Na arte poética, a noite é geralmente evocada como o período propício ao romance, pois à noite, cessadas as atividades laborativas do dia, o ser humano pode ir livremente em busca do outro. Neste caso, a noite exerce fascínio: “Tudo tem suave encanto quando a noite vem”, diz a canção popular. Na esfera psíquica, a noite significa a face oculta da consciência, o inconsciente, que, durante o sono, geralmente à noite, vem à tela mental através de símbolos que expressam não só os desejos, mas também a sabedoria, a criatividade e as mais belas intuições.Na teologia mística, a noite foi aos poucos adquirindo o sentido de estado de consciência com relação à Divindade, a eterna Incógnita envolta metaforicamente no manto negro da noite. “Deus habita as trevas” – dizem os místicos, porque nunca ninguém conseguiu ver Deus, nem Moisés e o povo eleito. Tudo o que sabemos sobre Deus são conceitos humanos. O homem presume que existe uma causa inteligente para o universo e chama a essa causa de Deus, atribuindo-lhe qualidades humanas (como a bondade, a justiça e a misericórdia). Cria, assim, Deus à sua imagem e semelhança. A teologia mística, ao contrário da teologia especulativa (baseada em conceitos e teorias), objetiva um conhecimento experimental – a posse interior de Deus pela contemplação que implica o despojamento do ego, visando à união da alma com “aquele que está além de todo ser e de todo saber”. A esse estado de despojamento os místicos alemães do século 14 chamaram de “noite escura”, expressão que foi consagrada 200 anos mais tarde pelo frade carmelita São João da Cruz, num poema lírico de oito estrofes em que o poeta relata a própria passagem por essa prova que antecede a plena iluminação. Nos comentários a esse poema, diz São João da Cruz que, mediante a noite escura, a alma se dispõe e encaminha para a divina união de amor. É possível explicar a jornada mística como a busca do Eu profundo, a dimensão expandida da consciência, para além do pequeno ego, de modo que a consciência individual se transforme em universal ou cósmica. Mas os místicos cristãos (e mesmo os não-cristãos teístas) consideram a ampliação da consciência como a união da alma com Deus, por analogia com o casamento humano, que é uma experiência transformadora na vida dos nubentes. Nessa etapa do desenvolvimento consciencial só entram as pessoas espiritualmente adiantadas, isto é, as que já se converteram para a sua dimensão maior e obtiveram algum grau de luz. Não se trata de período agradável, visto que é de provação. Segundo São João da Cruz, a noite escura consiste na mortificação dos sentidos e do espírito, por isso que produz abatimento, esgotamento mental e fadiga. Mas esse transe é altamente desejável, porque faz surgir o homem novo de consciência totalmente renovada.A passagem pela noite escura da alma encontra apoio nas escrituras bíblicas. Tanto no Antigo, como no Novo Testamento, há vários exemplos de pessoas santificadas que sofrem provação antes de receberem um grande benefício. A noite escura do Cristo teve início no Getsêmane, pouco antes de o Divino Mestre ser preso, e terminou na cruz com a sensação de abandono: ” Eli, Eli, lamá sabactâni” (MT 27.46).Graças, porém, à tormenta física e mental, Jesus de Nazaré ressurgiu como o Cristo Cósmico Eterno, dando ensejo a uma das mais influentes tradições religiosas do mundo.Na expressão Noite Escura, que dá nome à poesia de São João da Cruz, estão implícitos os vários sentidos figurados da noite: o mitológico (geratriz da luz), o sapiencial ( momento da sabedoria e da inspiração divina), o poético (instante doce  do amor) e o psicológico (centro de consciência transcendente). A análise, ainda que sumária, dos belos versos do poema permitirá a melhor compreensão dessa fase do desenvolvimento da consciência, na visão poética do monge que fez da busca do Absoluto seu ideal de vida: Sergio Carlos Covello

NOITE ESCURA

Canções de S. João da Cruz (1542-1591) que descrevem o modo pelo qual o místico chega ao estado de perfeição espiritual.
(1578)
1. Em uma noite escura,
De amor em vivas ânsias inflamada,     (1)
Oh, ditosa ventura!
Saí sem ser notada, (2)
Já minha casa estando sossegada. (3)
2. Na escuridão, segura,
Pela secreta escada, disfarçada,  (4)
Oh, ditosa ventura!
Na escuridão, velada,
Já minha casa estando sossegada.
3, Em noite tão ditosa,
E num segredo em que ninguém me via,
Nem eu olhava coisa,
Sem outra luz nem guia    (5)
Além da que no coração me ardia.
4. Essa luz me guiava,
Com mais clareza que a do meio-dia,
Aonde me esperava
Quem eu bem conhecia, (6)
Em sítio onde ninguém aparecia. (7)
5. Oh, noite que me guiaste!
Oh, noite mais amável que a alvorada!
Oh, noite que juntaste
Amado com amada,
Amada já no Amado transformada! (8)
6. Em meu peito florido
Que, inteiro para ele só guardava,
Quedou-se adormecido,
E eu, terna, o regalava,
E dos cedros o leque o refrescava.
7. Da ameia a brisa amena, (9)
Quando eu os seus cabelos afagava,
Com sua mão serena
Em meu colo soprava,
E meus sentidos todos transportava.
8. Esquecida, quedei-me,
O rosto reclinado sobre o Amado; (10)
Tudo cessou. Deixei-me,
Largando meu cuidado
Por entre as açucenas olvidado.(11)
(1) Trata-se de alma adiantada na espiritualidade, pois está incendiada do amor a Deus.
(2) Isto é, saiu de si, sem ser impedida pelos sentidos inferiores que compõem o ego.
(3) Casa sossegada: vida interior com pleno domínio das pulsões inferiores e das paixões menores.
(4) A escada mística da ascese rumo à Divindade. A escada joanina desdobra-se em 10 degraus.
(5) A luz da fé e do amor.
(6) Em sendo evoluída, a alma já conhecia a Divindade.
(7) O centro da alma, o espírito que é também sua parte mais alta.
(8) Pela união com a Luz a alma se transforma na Luz.
(9) Ameia: cada um dos arremates salientes, separados por intervalos regulares, construídos na parte mais alta do castelos, das torres e das muralhas que protegiam as cidades antigas. Vê-se que a alma subiu a escada para encontrar a Divindade.Brisa amena é sopro, símbolo do influxo espiritual de origem celeste. Mensageiro divino, o vento afasta as trevas. Na tradição bíblica, o “sopro de Deus” animou o primeiro homem. No poema, o sopro de Deus faz surgir o ser iluminado ( o novo homem que retornou à origem divina).
(10) Esquecida de si, quer dizer, com a atenção concentrada só no Amado.
(11) Sua inquietação desapareceu.

Deus estará.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

VOCATUS ATQUE NON VOCATUS, DEUS ADERIT

"Whether or not you ask for Him, God is present."


Inscrição no portal de entrada para a casa de Carl Jung

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