Delírios : Corpo-Cárcere
terça-feira, 1 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Sem comentários
“a vontade desesperada de sermos nós próprios” SK
“Ah!, por mais de cem vezes já peguei uma faca para dar vazão a este coração amargurado. Fala-se de uma raça de cavalos nobres que, quando são terrivelmente perseguidos e encurralados, arrebatam eles mesmos, por instinto, uma veia para facilitar a respiração. Sinto-me assim muitas vezes e gostaria de abrir uma veia que me desse a liberdade eterna…”
A Paixão do Jovem Werther, de Goethe (1774)
Rezar.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Rezar é para a religião o mesmo que pensar para a filosofia. Rezar é criar religião.
Friedrich Novalis
Friedrich Novalis
quarta-feira, 18 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
ORDET, Carl T. Dreyer, 1955
"Ordet é um filme de actores, de grandes actores. Mas o que fica - outra vez - são os rostos deles, nunca este ou aquele aspecto particular da sua representação. Vendo Ordet percebemos o que Dreyer quis dizer quando disse que o rosto humano era o único solo que um cineasta deve deixar de explorar. "Vê-lo animado no interior e transfigurando-se em poesia". Tanto o rosto nobre de Mortem, como o rosto pequenino do alfaiate, tanto o rosto aberto de Karen como o rosto demente de Johannes. Ordet é o filme de corpos e de almas. (...) Quando o pastor, tentando reprimir a revolta de Mikkel, lhe diz que a alma de lugar já está junto de Deus, ouve como única resposta a frase a que não se pode objectar :"Não lhe amava apenas a alma, amava-lhe também o corpo." Por isso, Ordet é o filme da ressurreição."
João Bénard da Costa in Folhas da Cinemateca Portuguesa
tradições do judaísmo
: recolha simples de algumas tradições do judaísmo
ORIGENS DAS PALAVRAS
YAMAKA (YARMULKE) / KIPPAH
O mais provável é que venha do aramaico "yira malka", que significa "veneração ao Rei". A palavra Kippah em hebraico significa "igreja", e é a mais comum das designações utilizadas para designar a cobertura de tecido que os homens judeus usam sobre a cabeça. Em português, é vulgar usar-se o termo quipá. A maioria dos judeus utiliza o quipá somente em ocasiões de maior solenidade ou de celebração, mas alguns utilizam-no permanentemente. Esta prática ilustra a necessidade de ter sempre presente o temor a Deus sobre a cabeça, segundo a descrição do Talmude.
Há vários estilos de chapéus masculinos adoptados na cerimónia religiosa, embora no séc. XX o uso do solidéu ( nome que vem de soli Deo, "somente para Deus"), se tenha tornado popular como quipá.
"Todos os membros ordenados da Igreja Católica podem usar o solidéu. Como grande parte da indumentária eclesiástica, a cor do solidéu denota o grau hierárquico de quem o usa: o solidéu do Papa é branco, o dos cardeais é vermelho e designa-se por barrete cardinalício, e o dos bispos, abades territoriais e prelados territoriais é violeta. Monsenhores usam solidéu negro com algumas linhas violeta. Padres e diáconos usam solidéu negro, embora o uso do solidéu por padres (com exceção dos abades) seja extremamente raro, e ainda mais raro entre diáconos. Todos os clérigos que possuem caráter episcopal, retêm o solidéu durante a maior parte da missa, removendo-o no início do cânone e recolocando-o depois de concluída a comunhão. Os demais clérigos não podem usá-lo senão fora da liturgia."
"O motivo para o uso do solidéu como quipá entre judeus é a função de lembrança da soberania divina, tornando-se também símbolo de identidade cultural judaica. Não há padrão de materiais e feitio. Normalmente é feito de tricô, seda, veludo, tecidos sintéticos, cozido em gomos ou em um único pedaço."
Fonte : Wikipédia
TALIT / SEFARADI
Os xailes Talit podiam ser utilizados para cobrir a cabeça nos momentos litúrgicos.
"O talit – טַלִּית (no hebraico moderno), talet - טַלֵּית (em sefaradi) ou talis (em Iídiche) é um acessório religioso judaico em forma de um xale feito de seda, lã (mais caro e elegante que o de seda) ou linho, tendo em suas extremidades as tsitsiot ou sissiot "sefaradi" (franjas). Ele é usado como uma cobertura na hora das preces judaicas, principalmente no momento da oração de Shacharit (primeiras orações feitas pela manhã). O talit (também conhecido como "talit gadol" - טלית גדול) é usado pelos homens no momento da oração na sinagoga e no momento da oração do Shacharit. O talit isola o que esta orando do mundo a sua volta e facilita-o na em sua concentração durante a oração. Sobre o talit se interpreta que um dos objetivos deste acessório é criar um ambiente de igualdade entre os que estão orando na sinagoga, tendo então concordância com uma cobertura homogênea que estaria sobre as roupas que as pessoas realmente estavam usando – que mostram a qualidade e o estado econômico do que ora."
TALMUDE / GUEMARÁ
fonte : Wikipedia
" O Talmude ( transl do hebraico. Talmud) é o Livro Sagrado dos judeus, um registro das discussões rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo.É um texto central para o judaísmo rabínico. O Talmude tem dois componentes: a Mishná (c. 200 d.C.), o primeiro compêndio escrito da Lei Oral judaica; e o Guemará (c. 500 d.C.), uma discussão da Mishná e dos escritos tanaíticos que frequentemente abordam outros tópicos, e são expostos amplamente no Tanakh. O Mishná foi redigido pelos mestres chamados Tannaim ("tanaítas"), termo que deriva da palavra hebraica que significa "ensinar" ou "transmitir uma tradição".Os tanaítas viveram entre o século I e o III d.C. A primeira codificação é atribuída a Rabi Akiva (50 – 130), e uma segunda, a Rabi Meir (entre 130 e 160 d.C.), ambas as versões tendo sido escritas no atual idioma aramaico, ainda em uso no interior da Síria. Os termos Talmud e Guemará são utilizados frequentemente de maneira intercambiável. A Guemará é a base de todos os códigos da lei rabínica, e é muito citada no resto da literatura rabínica; já o Talmude também é chamado frequentemente de Shas, uma abreviação em hebraico de shisha sedarim, as "seis ordens" da Mishná."
MISHNÁ
IÍDICHE
"O iídiche ou ídiche (transl.yídish ou, transl. ídish, do alemão jüdisch [deutsch], "judeu", "judaico") é uma língua da família indo-europeia, pertencente ao subgrupo germânico, tendo sido adotada por judeus, particularmente na Europa Central e na Europa Oriental, no segundo milénio, que a escrevem utilizando os caracteres hebraicos. Atualmente, o iídiche é falado especialmente nas comunidades judaicas dos seguintes países: Alemanha, Argentina, Estados Unidos da América, Bélgica, França, Israel, Lituânia, Rússia, Brasil, Ucrânia, Canadá. Dois grupos principais utilizam atualmente o iídiche: judeus ortodoxos no mundo inteiro, especialmente os ultra-ortodoxos (mesmo os residindo em Israel e Nova York), e judeus seculares, de idade avançada ou não, que valorizam suas raízes."
SEFARDITAS
OS JUDEUS IBÉRICOS
"Sefarditas (em hebraico sefardi; no plural, sefardim) é o termo usado para referir aos descendentes de Judeus originários de Portugal e Espanha. A palavra tem origem na denominação hebraica para designar a Península Ibérica (Sefarad ספרד ). Utilizam a língua sefardi, também chamada "judeu-espanhol" e "ladino", como língua litúrgica."
TORAH
"Torá (do hebraico significando instrução, apontamento, lei) é o nome dado aos cinco primeiros livros do Tanakh (também chamados de Hamisha Humshei Torah- as cinco partes da Torá) e que constituem o texto central do judaísmo. Contém os relatos sobre a criação do mundo, da origem da humanidade, do pacto de Deus com Abraão e seus filhos, e a libertação dos filhos de Israel do Egito e sua peregrinação de quarenta anos até a terra prometida. Inclui também os mandamentos e leis que teriam sido dadas a Moisés para que entregasse e ensinasse ao povo de Israel. Chamado também de Lei de Moisés (Torat Moshê), hoje a maior parte dos estudiosos do Criticismo Superior concordam que Moisés não é o autor do texto que possuímos, mas sim que se trate de uma compilação posterior, enquanto os estudiosos do Criticismo Inferior acreditam que o texto foi escrito pelo próprio Moisés, incluindo as partes que falam sobre sua morte. Por vezes o termo "Torá" é usado dentro do judaísmo rabínico para designar todo o conjunto da tradição judaica, incluindo a Torá escrita, a Torá ora e os ensinamentos rabínicos. O cristianismo baseado na tradução grega Septuaginta também conhece a Torá como Pentateuco, que constitui os cinco primeiros livros da Bíblia cristã."
TORAH ORAL
"Deus também transmitiu a Moisés a Torá Oral, Torah she-Be’alpeh, que consiste das interpretações e explicações dos mandamentos da Torá Escrita. Moisés possuía o mais alto grau de profecia e, por isso, D’us pode ensinar-lhe a Torá Oral de forma abrangente e detalhada. Pois está escrito: "Falava D’us a Moisés face a face, como um homem qualquer fala a seu amigo" (Êxodos 33:11). Ao mencionar especificamente a transmissão da Torá Oral, Deus disse: "Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas" (Números 12:8). A transmissão da Torá Oral é claramente revelada na Torá Escrita. Pois está escrito: "São estes os estatutos, juízos e leis (Torá) que deu o Senhor entre si e os filhos de Israel no Monte Sinai, pela mão de Moisés" (Levítico 26:46). É importante notar que a palavra Torá está no plural, pois se refere tanto à Torá Escrita quanto à Oral (Rashi; Sifra). Em outra parte da Torá Escrita, D’us diz a Moisés: "Dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei e os mandamentos que escrevi" (Êxodo 24:12). As tábuas de pedra são os Dez Mandamentos, a lei (Torá) significa a Torá Escrita e os mandamentos referem-se à Torá Oral. De fato, a Torá Escrita faz inúmeras alusões à Torá Oral. Por exemplo, está escrito: "Então matarás as tuas vacas e tuas ovelhas...como te ordenei" (Deuteronômio 12:21). Isto implica na transmissão das instruções sobre o abate casher de animais, apesar de que não são dadas explicações. De fato, a maioria de nossos mandamentos nunca são explicados na Torá Escrita. A mitzvá da guarda do Shabat é um dos Dez Mandamentos, mas não há nenhuma instrução sobre o significado de guardar o Shabat. São mencionados, também, outros mandamentos tais como a colocação de mezuzot, de tefilin, o cumprimento das festas judaicas, mas não são discutidos, de fato, na Torá Escrita. Está bem claro que todas as instruções são encontradas na Torá Oral."
o deus-cinema
terça-feira, 27 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
PARAÍSOS NA SALA ESCURA
PROJECÇÃO, GRANDE NOITE DOS OLHOS ABERTOS.
“ O cinema-menino teve a feira como presépio e nasceu de entusiastas da
invenção. Não passou muito tempo até aparecer quem vislumbrasse na divina
máquina de filmar um instrumento de conhecimento.“
REGINA GUIMARÃES sobre BORIS LEHMAN
No seu filme, “L’homme portant son film le plus lourd”, o realizador
belga Boris Lehman atravessa uma catedral. A câmara constante segue em
retaguarda a sua figura, que às costas carrega um ecrã onde um dos seus filmes
passa ininterruptamente. Se o olhar do espectador acompanha a surrealidade
daquele ecrã caminhante, que avança para dentro da escuridão, a possibilidade
de continuar a assistir a estas imagens perde-se quando o corpo sai para o
exterior. Uma vez perdida a escuridão e, por consequência, a imagem fílmica, é
inevitável que imediatamente nos relembremos de como uma das mais fundamentais
características necessárias à projecção é a penumbra que caracteriza também o
recolhimento num espaço de culto religioso. Avançar no traçar de paralelos
entre os critérios que pautam a morfologia típica da igreja cristã é recolher
ressonâncias com as condições que possibilitam a plenitude do espectáculo
cinematográfico. Arriscamos ver ainda rimar as condições de solenidade que identificam a celebração
ritual: talvez haja tensão dos corpos dos espectadores, em colectivo suspenso na sala escura, como há vulnerabilidade a reunir a uníssona plateia na eucaristia. A noite da sala escura é um mundo fechado - a luminosidade permanece nos rostos.
excerto de "Devotional Cinema", Nathaniel Dorsky
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